Rádio Louvação

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Cobertura Espiritual, Mentor e Discipulador

Hoje a tarde revendo alguns boletins, encontrei um onde havia uma mensagem  orientativa quanto a cobertura espiritual, mentoria e discipulado; escrita pelo Bispo João Carlos - Igreja Metodista - 6ª região (Paraná e Santa Catarina). No qual ele orienta as igrejas Metodistas quanto a conceitos frequentemente usados tanto no meio metodista como no meio evangélico brasileiro em geral.
Entendo que vale a pena compartilhar.


"Cobertura Espiritual: Aquela pessoa a quem eu presto contas. Pessoa que está em posição de autoridade sobre a minha vida.
Está pessoa tem a responsabilidade de orar por mim, me cobrir espiritualmente, daí o nome de “cobertura espiritual”.

Mentor/a: É a pessoa que me ajuda a ser melhor em áreas específicas; incendeia minha paixão em algumas áreas. A idéia envolvida aqui é a do “coach” (treinador). A mentoria não pressupõe necessariamente um relacionamento pessoal. Pode acontecer através de livros, CDs, etc.
Na vida secular o mentor seria o/a professor/a, aquele/a que auxilia o pai e a mãe na educação do/a filho/a.
Podemos ter vários/as mentores/as ao longo da vida, assim como tivemos muitos/as professores/as.

Discipulador/a: É o/a que caminha comigo num relacionamento pessoal e comprometido/a me ajudando a crescer espiritualmente (ter o caráter tratado), me aproximar de Jesus (vida de santidade e consagração) e ser frutífero/a.
O discipulado pressupõe um relacionamento de compromisso visando o crescimento do/a discípulo/a.
O/a discipulador/a seria o pai ou a mãe espiritual ou aquele/a que ficou nessa condição pelo respeito e carinho que se tem pela pessoa, por isso acaba sendo alguém a quem também presto contas sobre meu desenvolvimento espiritual.

Essas três funções podem ser exercidas pela mesma pessoa em nossa vida, mas não obrigatoriamente. Posso estar debaixo da cobertura espiritual de uma pessoa, ser mentoreado/a por várias outras e discipulado/a por uma terceira."

Glória a Deus.

Ivan Aralde


terça-feira, 6 de novembro de 2012

A ESSÊNCIA


Podemos louvar ao Senhor acompanhados por uma orquestra, acompanhados por uma banda com 10 instrumentos, acompanhados por apenas 1 instrumento ou ainda, somente com nossas vozes.
Podemos cantar para o Senhor com perfeição ou nem tanta perfeição assim.
Podemos louvar ao Senhor com palmas, fazendo barulho, dançando ou quietinhos.
Tudo é válido diante do Senhor desde que a essência, que é Cristo, seja o que está movendo, motivando e conduzindo todas as coisas.
Nossa performance pode impressionar as pessoas más não pode impressionar ao Deus Criador de todas as coisas, inclusive da música.
Aquele que recebe o perfeito louvor nos céus não se impressionará com nossos talentos e sim com o que está movendo nosso coração.
Se for amor, reverência, gratidão, certamente será recebido por Ele, do contrário, não.
A essência é o engrandecimento do nome do Senhor através de um coração verdadeiramente derramado, em amor e temor, em sua Presença.
O pastor Adriano tem ensinado que devemos procurar observar os princípios que o Senhor quer nos ensinar a observar, em todas as coisas.
É importante fazer e buscar o melhor, pois maldito é aquele que faz a obra do Senhor relaxadamente, más sem esquecer do princípio que deve conduzir todas as coisas, o engrandecimento de Cristo, pois sem Ele como alvo, tudo é vão.
Em tudo que fizermos, o Senhor quer o nosso coração.

Ana Cléa

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

SUPORTAR


Suportando-vos uns aos outros.... Colossenses 3:13.

A palavra suportar é definida no dicionário como tolerar, agüentar, más também tem o sentido de dar sustentação.
Quero falar aqui a respeito do sentido de sustentação.
Quando penduramos um quadro na parede ou um lustre no teto, o que dá a sustentação, o que mantém o quadro ou o lustre no seu devido lugar são os parafusos. Nesse sentido,  o vidro, a madeira, a pintura, os enfeites não exercem auxílio algum.
Detalhe, os parafusos não ficam lá a reclamar: “estamos agüentando todo o peso, o resto não está fazendo nada”!
O apóstolo Paulo diz que devemos ser como estes parafusos. No reino do Senhor, na sua igreja, somos chamados a ser apoio, suporte.
Independentemente da atuação daqueles que estão ao nosso lado, precisamos nos esforçar para fazer a nossa parte pois é isso que interessa a nós diante do nosso Senhor, como está escrito: “...cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Romanos 14.12.
Podemos exercer esta sustentação, este suporte, este apoio de várias formas, más sempre com amor e o entendimento de que estamos fazendo “como que para o Senhor”, isto nos dará ânimo e alegria, independente de outras coisas.
Ana Cléa

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A QUEIXA


"Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta." Tiago 5.9.

Olha que instrução a Palavra de Deus nos dá.
Assim como um pai diz a seu filho, não faça tal coisa, o nosso Pai Celestial diz a mim e a você: “Não vos queixeis, não reclameis, não denuncieis uns aos outros.”
Note que a recomendação nos é dada independentemente de termos ou não razão na situação!
A reclamação, a queixa, o falatório, jamais produzirão bons frutos.
Quando nos queixamos, em graus diferentes, acabamos contaminando outras pessoas com nossas mazelas mal resolvidas;
Quando nos queixamos, podemos causar decepção, principalmente nos novos convertidos ou recém chegados, já que a desavença sempre será mau testemunho;
Quando nos queixamos, mostramos que não somos capazes de resolver a situação aos pés de Jesus ou, se necessário, com a pessoa envolvida;
A queixa, além de ser contrária a instrução do Senhor, nunca produzirá restauração. Somente alastrará o problema e fará com que o incidente seja constantemente reavivado em nossos corações.
Ao invés de ficar nos queixando uns dos outros, busquemos resolver a situação diante do nosso Deus e, se necessário, com a pessoa envolvida. Falar para outros, a não ser em caso de buscar ajuda, será trabalhar contra algo precioso aos olhos do Senhor, a comunhão entre seus santos.
Oremos para que, no momento necessário, saibamos agir assim.
Ana Cléa

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

ANTES DE TUDO


Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de orações, súplicas e intercessões por todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade. (I Tm.2.1-3).

A Palavra de Deus diz à igreja: “recomendo que, em primeiro lugar, antes de tudo, vocês orem!”       
Façam orações, súplicas e intercessões por todos os homens e pelas autoridades.
A palavra grega para “antes de tudo” é “próton” e é definida no dicionário Strong como sendo o primeiro ou o principal quanto a tempo, lugar, ordem ou importância, ou seja, a oração deve ser colocada dentro das principais práticas a serem observadas pela igreja, assim como o estudo da Palavra, por exemplo.
Não adianta nada engenharmos grandes estratégias, nos empenharmos em projetos e atividades se a oração estiver em segundo plano.
Fazer com certeza é mais fácil. Orar é mais difícil. Requer fé, requer disciplina, requer obediência, requer entendimento quanto a necessidade e importância e requer também, amor e prazer.
Algo tenho entendido, particularmente, em minha caminhada com Cristo.
Quanto mais oro, mais tenho a necessidade, mais sinto o prazer, mais entendo a importância, mais quero orar. O mesmo observo para o contrário. Quanto menos oro, menos sinto a necessidade e o prazer em orar.
Se o nosso Deus disse que, antes de tudo, devemos ter uma vida de oração, individualmente e também como igreja, é porque Ele sabe o que faz.
A vida de Jesus e seu ministério, bem como a vida da igreja descrita em Atos dos Apóstolos, testificam sobre este princípio.
Sigamos o exemplo.

Tenho orado sessenta e três anos e oito meses pela conversão de um amigo. Ele ainda não é salvo, más será. Como poderia ser diferente? Estou orando.” George Muller.
No dia da morte de George Muller, diante de sua sepultura, aquele amigo deu seu coração à Jesus.
A vitória de Muller pode ser resumida em três palavras poderosas:
Ele não desistiu!” (Eastman, pp.99,100).
Assim sejamos nós também.
Ana Cléa

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

SOMENTE O CORDEIRO


Coincidentemente, essa reflexão também é baseada em um sonho, desta vez, compartilhado por uma querida irmã.
De vez em quando o Senhor fala conosco através de sonhos, essa é minha experiência pessoal; também refletimos, através deles, experiências e aprendizados que adquirimos.
Esta irmã sonhou que estava em um avião e, de repente, ele começava a ter problemas. Ela entendeu que o avião iria cair e então pensou: “meu Deus, eu vou morrer mesmo”! Isso lhe causou uma grande angústia, receio mesmo.
Depois deste momento ela já estava, assim como as outras pessoas que estavam no avião, em um lugar parecido com uma praia, e via, ao longe, uma cruz muito grande, toda branca e que exercia uma grande atração a todos que a viam.
Ela pensou: “Eu acho que morri mesmo! Más não é ruim, é maravilhoso estar aqui”!
Ela olhava para aquela cruz ao longe e sentia grande alegria e o desejo de correr para ela más antes de chegar à cruz, ela via que existia um muro. Todas aquelas pessoas que estavam ali, inclusive ela, precisavam ir até o muro e pegar alguma coisa que haviam deixado ali antes, isso seria o que lhes daria acesso a chegar até a cruz.
Esta irmã chegou ao muro e viu que ali haviam muitas coisas deixadas. Fitinhas, flores, todo o tipo de objeto. Cada um começou a procurar o que havia deixado ali. Ela então procurava e pensava: “Eu preciso achar um cordeiro, foi isso que eu deixei aqui, um cordeirinho! Não lembro se de pelúcia ou de que, más sei que foi um cordeiro”!
Quando ouvi este sonho achei lindo, pois ele expressa a grande verdade de que Cristo é o nosso único passaporte para o Reino de Deus.
Todos morreremos, enquanto Jesus não voltar;
Se estivermos com Cristo, a morte, para nós, será motivo de gozo na presença do Mestre;
Somente o Cordeiro, nenhuma fitinha, simpatias, amuletos, religião, tradição ou outro nome nos céus ou na terra nos dará acesso ao céu, somente o Cordeiro, somente Jesus.
O cordeiro que ela deixou no muro? Sua fé em Jesus.
Aleluiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Ana Cléa

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

INTERCESSÃO, TAMBÉM UMA ARMA


Compartilho um sonho que ouvi de um irmão e entendo ser bem instrutivo.
Ele sonhou que estava, com mais outras duas pessoas, andando pela cidade falando de Jesus.
De repente, enquanto ia andando e compartilhando a Palavra, ele viu o inimigo se preparando, pronto para jogar uma pedra gigante sobre as pessoas, para destruí-las. Quando ele viu isso recebeu a instrução do Espírito Santo para interceder pelas pessoas, e quanto mais ele intercedia, mais o inimigo foi perdendo as forças até não conseguir realizar o seu propósito.
Ele então continuou, falando de Jesus e ao mesmo tempo intercedendo pelas pessoas da cidade.
Para mim foi bem oportuno ouvir estas palavras, pois eu e minha irmã tínhamos combinado de ir, naquela tarde, levar a Palavra de Deus a algumas pessoas e, parece que eu havia perdido o entusiasmo.
Este sonho nos faz lembrar de que estamos em uma batalha espiritual, de que a evangelização é batalha, batalha por vidas!
Satanás está cheio de cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta, querendo tragar o máximo de vidas possível.
Conforme ensina a Palavra do Senhor, devemos interceder por nossa cidade ao mesmo tempo em que anunciamos a Palavra.
Ação e oração.
Muito pode em seus efeitos a oração de um justo, o que dizer de mais de um, unidos em um mesmo propósito!
O inimigo quer destruir as vidas e nós, como igreja do Senhor, devemos lutar, em oração e em ação, por elas.
Vamos clamar por nossa cidade ao mesmo tempo em que, na graça e força do Senhor, anunciamos sua Palavra.
Aleluia.
Ana Cléa

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

COMO É GRANDE O AMOR DO NOSSO DEUS


O pastor Adriano tem pregado, nos últimos cultos, sobre o evangelho de João. 
Dia desses a pregação foi sobre o capítulo 16, uma bênção, e um versículo, em particular, falou muito ao meu coração.
Jesus, sabendo que se aproximava o dia de ir para o Pai, começa a dar instruções aos seus discípulos a respeito de como seria a vida deles após a sua partida. Ele fala sobre a vinda do Espírito Santo, sobre a perseguição que sofreriam e, de repente, no versículo 12, Ele fala:

Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.

Quando ouvi, pensei: “Isso é maravilhoso! Como o Senhor se preocupa conosco”!
Entendi que se o Senhor Jesus aprofundasse mais, se Ele revelasse mais a respeito do que viveriam, pessoalmente ou como igreja, certamente eles não entenderiam, se espantariam, desanimariam ou ainda poderiam ser presas fáceis da soberba. Eles ainda não tinham a presença do Espírito Santo para dar entendimento, consolo, visão espiritual e por aí vai.
Nosso Senhor nos conhece, sabe até onde podemos ir e não ultrapassa esse ponto de maneira alguma, esse cuidado é para que não desfaleçamos ou fiquemos confundidos.
Ele nos dá tudo na medida certa. Tudo, tudo, seja conhecimento, seja revelação, seja desafios ou tarefas. Se Ele não está dando mais é porque sabe que não estamos preparados.
Isso se chama cuidado, isso se chama amor.
Diante de tal conhecimento não há como não nos sentirmos guardados, protegidos e amados pelo Pai.
Ele vai acrescentando, Ele vai ensinando, Ele vai trabalhando em nossas vidas e tudo com muito cuidado, na medida certa, conforme o que podemos suportar.
Graças ao nosso Amado por isso.
Aleluia.
Ana Cléa

terça-feira, 14 de agosto de 2012

SEIS COISAS O SENHOR DETESTA, A SÉTIMA ELE ABOMINA


Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos” (Pv. 6.16-19).

O Senhor detesta aquele que espalha, alastra, por aqui e por ali, contendas entre irmãos.
Desta lista de sete coisas erradas, é espantoso, ao ler, que a mais detestável aos olhos de Deus é a última.
Pensando a respeito do porque, entendo que essa atitude errada fere uma vontade muito clara do Senhor Jesus para a sua igreja, a unidade. Em sua última oração junto com seus discípulos Ele orou pela unidade.
Quando semeamos ou espalhamos questões que, de alguma forma, venham a prejudicar a unidade, a comunhão entre os irmãos, estamos lutando contra a vontade do Senhor, estamos trabalhando contra o que Ele pediu ao Pai para a sua igreja, e isso é detestável a seus olhos.
Este provérbio é um sério alerta para nós. Cuidemos com o que falamos ou espalhamos por aí, mesmo que, aos nossos olhos, estejamos certos ou tenhamos o direito. Se vier a promover contenda, separação, divisão, certamente detestável será ao Senhor.

O intriguista revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto” (Pv. 11.13).

Aquele que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que traz o assunto à tona separa os melhores amigos” (Pv. 17.9).

Vejam quão grande bosque uma pequena fagulha incendeia” (Tg.3.5).

Ana Cléa

segunda-feira, 18 de junho de 2012

CULTO, UMA OFERTA

Ao pensar sobre oferta o que logo vem à mente são coisas materiais.
Ofertar é oferecer algo a alguém.
Você já parou para pensar que o culto é uma oferta ao Senhor?
Claro! O culto é algo que fazemos para Deus, é algo que oferecemos a Deus, logo, é uma oferta ao Senhor!
O tempo dedicado, cada cântico de louvor, a palavra ministrada, as orações, as mãos levantadas, as palavras de engrandecimento e tudo o mais, fazem parte da oferta que, em conjunto, como igreja, oferecemos ao Senhor!
Logo, não vamos à igreja por causa do pastor, não vamos à igreja para ter algo a fazer, não vamos à igreja para cumprir uma obrigação, não vamos à igreja por causa do que os outros vão pensar! Vamos à igreja para oferecer ao nosso Deus e Senhor o nosso amor, a nossa alegria, a nossa gratidão, o nosso reconhecimento, o nosso louvor e a nossa adoração!
Se tivermos esta consciência e este propósito, com certeza daremos ao ato de cultuar muito mais valor, importância e reverência.
Como orou o salmista, suba a minha oração, como incenso, diante de ti, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde (salmo 141.2); suba o nosso louvor, a nossa adoração, os nossos cultos, como algo doce, perfumado e agradável, perante a tua presença, ó Senhor.
Amém.
Ana Cléa

quinta-feira, 7 de junho de 2012

AMIGOS DE JÓ

JÓ 22.5: Porventura não é grande a tua malícia, e sem termo as tuas iniqüidades?

Estas palavras ouviu Jó, de seus amigos.

Quando os amigos de Jó o encontraram e se depararam com tudo o que ele estava passando, chegaram a esta conclusão. Eles logo pensaram: “se você está passando por tudo isso, se todas estas coisas estão acontecendo com você, é porque, com certeza, você deve estar vivendo em pecado.”

Este é um conceito bem antigo não é mesmo?

O entendimento de que os servos de Deus não podem passar por dificuldades é que nos leva a chegar, precipitadamente, a tal conclusão.

A questão é que este conceito não é verdadeiro. Claro que não podemos ignorar que muitas lutas e dificuldades podem nos sobrevir devido ao que plantamos e também como disciplina da parte do nosso Pai amoroso, más não é só por isso! Também pode ser para aprendizado, para prova e aperfeiçoamento de nossa fé, para crescimento, para vitórias e conquistas, e por aí vai!

Se Jó passou por todas aquelas adversidades é porque Deus tinha um propósito e não porque estava em pecado.

O salmo 103 diz que o Senhor não nos trata segundo o nosso merecimento, nem nos retribui conforme as nossas iniquidades, graças a Deus por isso!

Então, se algum dia nos depararmos com a luta de algum irmão, não façamos como os amigos de Jó, não nos deixemos tomar, precipitadamente, por este julgamento.

Amém.

Ana Cléa



segunda-feira, 4 de junho de 2012

OURO, PRATA, PEDRAS PRECIOSAS, MADEIRA, FENO E PALHA

O Coríntios 3.10-15: “Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele. Porém cada um veja como edifica. Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo. Contudo, se o que alguém edifica sobre o fundamento é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará. Se permanecer a obra de alguém que sobre o fundamento edificou, esse receberá galardão; se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele dano; mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo.

Que texto interessante!

Não abordarei a questão dos “outros fundamentos”, que podem ser lançados, más sim sobre as edificações feitas sobre o fundamento verdadeiro, que é Cristo.

Paulo pregava o evangelho e, através de seu ensino e pregação, muitos se convertiam e igrejas iam sendo formadas. Ele não ficava pastoreando estas igrejas, preparava e designava pessoas para este fim, e ia em frente. Em uma das cartas que escreveu a igreja em Corinto ele instrui quanto a responsabilidade que tem aqueles que ensinam a Palavra. Aos designados para pastorearem, ensinarem e edificarem a vida da igreja é que esta advertência foi feita.

Paulo afirma: “Eu lancei o fundamento, que é Cristo, na vida da igreja; agora vocês são responsáveis por edificar sobre a vida destas pessoas, porém, cuidem como farão isso, vejam como vocês edificarão! Em outras palavras, estas pessoas tiveram um encontro com Cristo e agora estão sob o ensino de vocês, prestem atenção em como irão ensiná-las.”

Ele fala sobre seis tipos de edificações que podem ser feitas na vida das pessoas; ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha. É interessante que o ouro, a prata e as pedras preciosas não são consumidos pelo fogo, pelo contrário, se tornam cada vez mais puros e preciosos em contato com ele. O mesmo não ocorre com a madeira, o feno e a palha, que ao menor contato, rapidamente são consumidos.

Ele continua: “Se a edificação de vocês for como o ouro, a prata ou as pedras preciosas; forte, firme e segura, ela irá permanecer, e você receberá recompensa por ela da parte do Senhor. Se for como a madeira, o feno ou a palha; frágil e superficial, se queimará, e você terá trabalhado em vão, não receberá, do Senhor recompensa.”

Hoje, de forma bem clara, podemos notar que muitos, ao invés de edificarem ouro, prata e pedras preciosas, tem edificado madeira, feno e palha; ao invés de edificarem algo firme, forte e verdadeiro, tem ensinado uma fé distorcida, equivocada e fora da Palavra de Deus.

No livro de apocalipse Jesus envia mensagens diretamente aos anjos das igrejas, ou seja, aos líderes e responsáveis pelo ensino; eles edificam sobre a vida espiritual de cada membro na igreja e são eles que precisam ter muita responsabilidade ao fazerem isto pois são os responsáveis e terão de prestar contas.

Paulo finaliza dizendo que muitos edificadores, no encontro com o Mestre, ficarão decepcionados ao ver que todo o seu trabalho, por mais árduo e grandioso que tenha sido, não valeu, aos olhos do Mestre, nada.

Deus é fogo consumidor e Ele purifica sua igreja. Tudo que não vem dEle, tudo que é da carne, do homem, cairá.

Aos que ensinam, muita atenção, temor e cuidado.

Oremos ao Senhor em favor de todos os que estão tendo sua fé edificada com material frágil e consumível, em favor de todos os que estão aprendendo um evangelho distorcido. Que a misericórdia do nosso Deus ilumine o entendimento de todos.

Naquele Dia serão manifestas as obras de cada um, as aprovadas e as não aprovadas.

Que nosso trabalho não seja em vão.

Que possamos edificar edifícios firmes para a glória do Senhor.

Ana Cléa

terça-feira, 22 de maio de 2012

CEIA

Compartilho uma meditação que minha irmã Kátia me enviou, que abençoe a todos.

I Coríntios 11.23: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei...’’
Neste texto Paulo trata da questão da celebração da ceia do Senhor.
Ele exorta dizendo que a atitude dos irmãos, nas reuniões de celebração da ceia, não mereciam louvor algum.
Quero falar de um ponto que entendo ser um dos motivos da exortação, à falta de comunhão que estava ocorrendo naquela igreja.
Estavam ocorrendo desavenças porque cada um estava procurando o seu próprio bem estar e se descuidando dos demais.
Até posso imaginar a cena, alguns chegando mais cedo, trazendo sua cesta de "pique-nick", com coisas deliciosas, enquanto outros chegando mais tarde, talvez por morarem distantes ou por não possuírem uma condição financeira tão abastada, traziam, então, uma comida mais simples ou até mesmo, nada.
Alguns comiam e bebiam até ficarem fartos e outros acabavam não se alimentando bem; uns bebiam até ficarem embriagados enquanto outros pouco ou nada bebiam.
Nesse contexto, eles celebravam a ceia do Senhor.
Quando soube disso, Paulo, imediatamente, procurou mostrar que assim eles estavam desprezando a Igreja do Senhor e envergonhando aqueles que nada tinham para trazer, então disse: “assim como aprendi de Jesus, passo a vos ensinar.”
Jesus tomou sua última ceia junto com seus discípulos, repartindo, dividindo o pão e o cálice, em um momento de amor e de íntima comunhão.
A igreja, ao cear, deve demonstrar o mesmo, amor, intimidade e comunhão, assim como o Senhor demonstrou; do contrário, estará participando indignamente, não conhecendo o que realmente é o Corpo de Cristo e o que é fazer parte dele.
O desejo de Jesus para seu Corpo, para sua Igreja, é o amor, é a união, é o ajuntamento dos santos para celebrar o seu sacrifício, a sua entrega e isso em amor e comunhão.
Em nossos dias não celebramos a ceia com festa, com comida, más o princípio ainda é o mesmo, devemos estar em comunhão com Cristo e uns com os outros para que lembremos, celebremos e anunciemos o que Ele realizou através da Sua morte, sempre na expectativa da sua volta.
Participemos da ceia em intimidade e comunhão com o Senhor, e também com os irmãos, esse foi o exemplo que nosso Mestre nos deixou, e também, o que Paulo recebeu e transmitiu.
Kátia


quinta-feira, 17 de maio de 2012

VIVER E FAZER

É muito bom, é gostoso fazer.

Deus se agrada quando fazemos algo em favor da edificação de sua igreja, Ele se agrada do nosso empenho, da nossa dedicação, más não podemos esquecer, no entanto, do viver.

O viver testifica o fazer. Sem ele tudo será inútil, tanto para testemunho quanto como oferta ao Senhor.

Será que essa verdade não tem sido um pouco esquecida?

Quando possuímos templos grandiosos e magníficos como hoje? Quando tivemos tanta diversidade de cultos e trabalhos? Todos os tipos de problemas são abrangidos! Quando tivemos tanta liberdade de expressão? Até posição política alcançamos! Até status na sociedade! O que dizer da música, dos  congressos, dos trabalhos sociais? Sem dúvida alguma nos tornamos excelentes, eficazes no fazer. Não há como contestar. Más, e o viver?

Com toda a excelência alcançada no fazer para Cristo, não podemos observar, em muitas situações e lugares, o mesmo no viver, no andar, no proceder segundo Cristo.

O mundo vê templos suntuosos e ao mesmo tempo vê a igreja disputando posição e brigando entre si, de que adianta?

A cidade vê a igreja se destacando através de eventos e outras atividades e ao mesmo tempo vê um irmão falando mal do outro, de que adianta?

O fazer tem como objetivo propagar o evangelho, anunciar a Cristo, más só impactará o mundo, só será luz, só perfumará, só dará um bom testemunho se vier acompanhado pelo viver a Cristo.

O mundo vai crer quando olhar templos enormes? O mundo vai crer quando a igreja tiver status, poder de barganha? O mundo vai crer quando fizermos coisas admiráveis ou ficarmos famosos?

Não!

O mundo vai crer quando formos um, unidos! Quando a união, o amor, o perdão, a harmonia, os ensinos de Cristo fluírem através da igreja! Aí faremos diferença! Aí uma luz brilhará através de nós! Aí não seremos vistos como mais um povo pregando sua religião, foi isso que Jesus declarou durante sua oração em João 17.21.

A união, o amor visto na igreja, primeiro para com o Senhor, e depois de uns para com os outros, é que causará impacto, é que chamará a atenção, é que fará diferença.

Devemos fazer sim, precisamos fazer sim, más nunca esquecendo que, em primeiro lugar precisa estar o viver.

Jesus não é uma religião. Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e essa verdade não será vista ou percebida somente através do fazer, más principalmente do viver, do proceder, semelhante a Ele.

Ana Cléa

terça-feira, 15 de maio de 2012

INTOLERÂNCIA

Intolerância, segundo o dicionário, é a má disposição em ouvir ou aceitar com paciência opiniões opostas às suas, falta de flexibilidade ao gosto ou vontade dos outros.

O texto de Romanos 14.1-23 trata desta questão. Compartilho alguns versículos do texto:

O que come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come; porque Deus o aceitou e o recebeu por seu.

Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente.

Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus.

Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer perante o tribunal de Cristo.

Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.

Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado.”

Neste contexto o que estava acontecendo era que alguns irmãos entendiam que certos alimentos deveriam ser evitados enquanto outros não viam problema algum em comê-los; também, uns entendiam que determinados dias deveriam ser guardados enquanto outros não faziam caso.

Comer ou não comer, guardar dias ou não, não era o problema, pois tais questões não feriam princípios da Palavra de Deus, o problema estava na intolerância e da divisão que tudo isso estava gerando, por isso Paulo instrui qual deveria ser a atitude de todos diante de tais situações, tolerância, respeito e compreensão.

Os que comiam determinados alimentos não deveriam se considerar superiores e desprezar os que não comiam, em contrapartida, os que não comiam não deveriam condenar os que comiam, pois isso geraria divisão na igreja. Paulo, então, ensina que os que comiam faziam isso com consciência tranquila diante de Deus, aleluia! Os que não comiam, para agradar a Deus o faziam, então nenhum deveria julgar ou condenar o outro e sim ser tolerante e respeitar cada um a posição dos demais.

Hoje, a mesma situação pode se manifestar através de outras questões. Por exemplo, roupas. Muitos irmãos não usam determinadas roupas para agradar a Deus, outros as usam com a consciência tranquila, um não deve julgar o outro nem querer impor ao outro sua postura, logo, não haverá problemas. Se a atitude for de respeito e compreensão quanto a fé do outro a unidade não será abalada.

Precisamos subjugar nossa natureza, vencê-la, pela Palavra de Deus!

A tendência é querer fazer a nossa própria vontade e ainda tentar convencer os outros de que ela é a melhor, o problema de querer levar o outro a agir conforme o nosso entendimento é que ele pode não estar seguro disso, pode não ser maduro para isso, pode sentir-se desagradando a Deus e aí, como está escrivo, isso é pecado, pois não é por fé, não está sendo feito com segurança, com consciência tranquila diante de Deus, então estaremos levando o outro a pecar.

Quando não há a disposição em ouvir e aceitar opiniões opostas, quando não há flexibilidade quanto ao gosto ou vontade do outro, a comunhão e a unidade correm um sério risco e podemos ter a certeza de que Satanás sabe muito bem disso, então devemos ter muito cuidado.

Paulo questiona:

“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.”

Não tente impor ao outro sua posição; lute sempre pela unidade no Corpo de Cristo; cuidado para não ser um agente de divisão na igreja ou confusão para a fé de outros.

Respeitar a fé e a opinião do outro, e se preciso for, pelo bem do outro e da unidade, deixar certas práticas ou atitudes de lado, esta é a instrução, claro, em todas as questões que não envolverem princípios da Palavra do nosso Deus.

Que o nosso Senhor Jesus conceda sabedoria a cada um de nós.

Ana Cléa

quinta-feira, 26 de abril de 2012

QUEM SOU EU?

Quem sou eu?

A Palavra de Deus responde:

I Pedro. 1.24 “...Toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva e cai a sua flor...”

Nós, homens, somos como uma planta ou flor, que logo seca e desaparece. Pobres ou ricos, grandes ou pequenos, famosos ou desconhecidos, humildes ou orgulhosos, esta é a realidade de todos. O orgulho ou a vaidade, a altivez ou a arrogância são apenas ilusão.

Somos frágeis!

Basta um simples vento para nos lançar ao chão.
Más há algo que transforma tudo, o amor de Deus!
Deus nos ama! E porque nos ama enviou seu Filho Jesus para mudar a nossa sorte!
Por seu amor Ele transforma nossa natureza fraca e caída e nos faz seus Filhos e herdeiros.

Tudo que temos e tudo o que somos vem do Senhor!

Se há algo de bom em nós, vem dEle.
Todo entendimento, toda a sabedoria, toda a fé e tudo o que podemos aprender e adquirir vem do Senhor que, por amor, vai ensinando e dando ao longo do caminho.

Não há mérito algum em nenhum de nós, tudo Ele faz porque somos dEle, porque Ele nos ama e ponto final.

Sou frágil.

Nada possuo ou posso em mim mesmo, más Ele me ama, aleluia!

Quem sou eu?

Amado do Senhor.

É isso.

Simplesmente e tremendamente isso.


video
Ana Cléa

sexta-feira, 30 de março de 2012

DEPENDÊNCIA

Dependência de Deus, como lemos e ouvimos sobre isso, não é mesmo?
Essa é uma verdade que precisamos aprender e reconhecer em nossa caminhada com Cristo. É algo que o Senhor vai, ao longo do caminho, nos ensinando.
São situações onde o Senhor leva-nos a experimentar, de fato, em toda a profundidade, essa dependência.
É o ponto onde não existe onde se agarrar, a não ser no Senhor, onde os recursos humanos se findam, onde as habilidades, a capacidade e o conhecimento não podem mais nada, é aí, nesse ponto, onde não resta outra possibilidade, senão olhamos para o Senhor e dizemos: “agora só Tu, Senhor, estou nas tuas mãos, se o Senhor não agir, ninguém mais”. É aí que aprendemos, de fato, a dependência.
Não é algo agradável a nossa carne, não gostaríamos de ter de ir a esse lugar, mas o Senhor sabe que, muitas vezes, é necessário.
É necessário aprendermos, realmente, a olhar só para o Senhor, confiar só nEle, esperar só nEle e reconhecer que se levantamos, se trabalhamos, se comemos, se nos alegramos, se temos uma família, e por aí vai, é porque Ele nos concede, vem dEle!
A nação de Israel foi levada, no deserto, a este lugar.
O Senhor pode nos levar, também, a este lugar.
Ao lugar de aprender e reconhecer que dependemos dEle, ao lugar em que nos agarramos e esperamos somente nEle.
Que possamos aprender, que possamos reconhecer, que possamos descansar, pois, como disse Davi, somos pobres e necessitados, porém, o Senhor cuida de nós.
Aleluia!
Graças ao nosso Deus!
Ana Cléa

terça-feira, 27 de março de 2012

SUPERABUNDANDE GRAÇA

Compartilho, mais uma vez, uma meditação escrita pela minha irmã Kátia.
Quando a li, logo lembrei do pastor Adriano, que tanto ensina sobre este tema. Uma bênção.

Jo 1:16 - E todos nós recebemos também da Sua plenitude (superabundante) graça sobre graça (favor, presente, dom ou boa vontade).
Ef 2:8 – Por meio da fé sois salvos e isso não vem de vós; é dom de Deus.
II Ts 2:16 - E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança.

Em outras palavras, é Deus conosco pleno de amor!
A Palavra afirma que a graça que recebemos vem plena, transbordante, sem limites ou restrições, por ela somos salvos, amados, consolados e temos boa esperança.
Quando compreendemos isso, somos libertos do fardo da culpa, do medo de sermos rejeitados e desamparados por Deus, carga essa que muitas vezes acompanha o crente durante toda a sua caminhada, tornando o processo árduo e penoso, fazendo com que a alegria da salvação acabe sufocada por tamanho peso.
É somente Deus que nos capacita a permanecermos, é Ele, e somente Ele que pelo Seu poder nos faz andar em novidade de vida (Rm 6;4).
Nada pode nos separar do Seu amor (Rm 8:39), e isso é graça.
Precisamos compreender que graça não depende em nada daquele que a recebe e sim de quem a oferece.
Por exemplo, uma mãe está cheia (plena) de amor pelo seu filho, e esse amor ela oferece gratuitamente (pois é inerente a ela), cabe ao filho desfrutar da plenitude (totalidade) desse amor, sendo então por ele cuidado, alimentado, protegido, ensinado e até mesmo exortado quando necessário.
Muito mais é o Senhor para conosco e nós devemos nos permitir, como filhos de Deus que somos, desfrutarmos dessa graça.
O apóstolo João, dentre todos os outros, parece ter sido quem mais entendeu essa questão da graça, pois ele fala a respeito de si mesmo como o discípulo a quem Jesus amava. Ele compreendeu a graça, ele sabia que era amado pelo Mestre.
E nós, quem devemos declarar que somos?
Amados do senhor. Que glória!!!
É essa verdade que quebra cadeias, que rompe com aquela idéia de que temos que ser super crentes, como se a nossa salvação dependesse de nós.
Não estou querendo dizer, com isso, que devemos ficar de braços cruzados, vivendo a vida como antes de aceitarmos a graça salvadora de Deus, claro que não!
O que quero mostrar é que tudo o que fizermos, a partir dessa aceitação, é uma resposta de amor e gratidão pelo que o nosso Senhor realizou primeiro, por isso não temos mais prazer no pecado, não conseguimos viver sem ter comunhão com o nosso Pai, sem estar buscando a Sua vontade.
Entendendo e vivendo nessa verdade, nossa caminhada se torna doce.
Kátia Adriana

Que essa linda meditação, e grande verdade, abençoe a todos.
Ana Cléa

segunda-feira, 26 de março de 2012

ADORAÇÃO

Conversando com minha cunhada Sara, ela falou algo que entendi ser uma grande verdade e por isso compartilho aqui. Ela disse: “Ana, o homem não foi feito para ser adorado e sim para adorar a Deus! Nós não temos estrutura, não fomos criados e não sabemos lidar com isso!
Realmente não é difícil perceber essa verdade, é só olhar a vida de pessoas famosas, idolatradas em nossa sociedade, a maioria acaba se perdendo, perdendo os limites e tendo um fim ruim, pois não foram criadas para receberem adoração ou serem idolatradas.
Não fomos criados para sermos adorados, idolatrados e reverenciados. Fomos criados para louvarmos ao Senhor, para adorá-lo, para prestar a Ele reverência, pois só Ele é digno de adoração e louvor, só Ele é digno de ser adorado.
Qualquer tipo de glória é para nós um laço, verdadeiramente, um perigo.
Ana Cléa

terça-feira, 20 de março de 2012

AS PORTAS DO INFERNO

Mateus 16.18b: “... e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela."

Esta semana a Kátia me enviou um email onde citou este versículo. Da forma como ela colocou, comecei a pensar em sua profundidade.
Sempre que lia esta declaração de Jesus pensava: “nossa, que legal, as portas do inferno não podem prevalecer contra a igreja”, isso realmente é verdade, más comecei a pensar em tantos escândalos e derrotas, tanto mau testemunho e fraqueza as vezes emanados da igreja (ministérios) e entendi que o poder das trevas não é detido, não é derrotado pela igreja em si más sim pelo fundamento que é Cristo!
A Igreja deve estar edificada em Cristo, o Filho de Deus, e por estar edificada em Cristo, as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Quando estiver, mesmo que sutilmente, alicerçada em homens, ministérios, conhecimento, milagres ou qualquer outra coisa o inferno poderá levar vantagem sim!
Sobre a igreja de Jesus, aquela alicerçada nEle, aquela que segue após Ele, o inferno não prevalecerá, jamais.
Devemos sondar nossos corações, propósitos, ministérios e por aí vai para ver se realmente é sobre Cristo que estamos edificados ou edificando.
Que o Espírito Santo de Deus ilumine a igreja em toda a face da terra, que Ele nos faça enxergar que o nosso poder, a nossa proteção, a nossa vitória está em estarmos alicerçados em Cristo. Quando Cristo for o alicerce, quando Cristo for o propósito, quando Cristo for a motivação, quando Cristo for a intenção poderemos declarar, com autoridade: “e as portas do inferno não prevalecerão”!
Aleluia!
Ana Cléa

domingo, 18 de março de 2012

QUEDA

Compartilho com todos uma meditação feita por minha irmã Kátia, que ela me enviou esta semana.


Pr. 16:18: A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.


Sl. 19:13: Da soberba guarda o teu servo, para que não assenhorie de mim. Entao serei sincero e ficarei livre de grande trasngressão.


Pr. 29:23: A soberba do homem o abaterá, mas a honra sustentara o humilde de espirito.


Soberba: orgulho(manifestacão do alto apreço ou conceito em que alguém tem de si mesmo), arrogância, sobranceria.


Altivez: manifestacão do orgulho ofendido, arrogância.


Quantas vezes vemos cristãos caídos, distantes da Igreja, afastados da comunhão com o Pai e oramos para que Deus, em Sua infinita misericórdia, estenda Suas mãos e levante aquele que está caído, más o motivo pelo qual o crente cai muitas vezes passa desapercebido até mesmo por aquele que levou o tombo.

A Palavra nos esclarece qual pode ser a razão dessa queda e dá nome a ela, é a soberba, o orgulho, a altivez de espirito que de repente passa uma rasteira e faz com que o crente se arrebente todo no chão.

É preciso vigiar, pois qualquer sentimento ruim em relacão a um irmão, ou sentimentos de inferioridade, de disputa, ciúme, insatisfação são sinais de alerta de que há soberba escondida em nosso coração.

Um dos sinónimos da soberba é a sobranceria, que nada mais é do que aquela cara fechada, carrancuda de quem não está satisfeito com algo porque não está de acordo com a sua vontade.

A murmuracão também é outro sintoma da soberba, pois quem murmura na verdade pensa que faria melhor se estivesse no lugar daquele que fez, se colocando em uma posicão de superioridade.

Devemos prestar bastante atenção, pois o que abate o homem não é o inimigo, mas sim a soberba, o orgulho, pois são eles que, conforme dizem as escrituras, precedem a queda.

Que Deus em Seu amor nos conduza e abra constantemente o nosso entendimento para que não andemos cegos nem atemorizados achando que o inimigo tem poder de derrubar aqueles que são do Senhor.

Que o nosso Pai todo Poderoso nos ajude a termos um coracão sincero, sem soberba, para que ela não nos domine e assim sejamos livres de toda transgressão em nome de Jesus.

Kátia


De fato esse assunto é muito sério. Oremos, vigiemos e nos coloquemos na dependência do nosso Senhor para que não venhamos a sucumbir diante da soberba.

Ajuda-nos Senhor Jesus.

Ana Cléa

quinta-feira, 8 de março de 2012

TU ME AMAS?


Jesus, em uma de suas últimas conversas com Pedro, por três vezes, lhe perguntou: “Pedro, tu me amas”?

Por que Jesus faz esta pergunta a Pedro? Porque Jesus sabia que só o amor, o amor verdadeiro faria com que Pedro permanecesse fiel a Ele.

Essa é uma verdade que não mudou no decorrer dos tempos. Somente o amor nos fará andar com Jesus, nos caminhos de Deus.

Muitas coisas podem até nos segurar por algum tempo, religiosidade, interesse, aparência, o querer agradar alguém, más logo tudo isso não será suficiente para nos manter nos caminhos do Senhor.

É por isso que Jesus diz, em João 14.15: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” e em João 15.14: “Vocês são meus amigos se fazeis o que eu vos mando”.

Jesus sabe que só guardaremos os seus mandamentos, só faremos o que Ele manda, se o amarmos. Não existe outro poder capaz de nos manter juntos a Jesus, a não ser o amor.

Quando amamos algo ou alguém, nos dedicamos, nos empenhamos, temos prazer e alegria e com o nosso Senhor não é diferente, se não houver amor verdadeiro da nossa parte para com Ele, tudo será um fardo, não teremos vontade de busca-lo, de aprender sobre Ele ou de querer agradá-lo.

A igreja será um fardo.

O segredo para andar com Jesus, de querer conhecê-lo, agradá-lo, seguir após Ele, amar a igreja, o amor.

Se você tem vivido distante de Jesus saiba que em seu coração está faltando amor, amor verdadeiro por Ele, pois no amor há interesse, no amor há alegria, no amor há prazer, no amor há dedicação.

A mesma pergunta feita a Pedro continua ecoando pelos séculos, _____________, tu me amas?

Se me ama, segue-me.

Ana Cléa

domingo, 4 de março de 2012

O AMOR

Colossenses 3.14: E, sobre tudo isso, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.
Semana passada minha irmã Kátia compartilhou este versículo comigo.
Achei tremendo entender que o amor verdadeiro, aquele amor com que Deus nos amou, e nos ensina a amar também, é capaz de ligar, de unir perfeitamente todas as coisas, todas as coisas mesmo! Até as quebradas!
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Único para todo o que nele crê não pereça más tenha a vida eterna. Deus amou. O amor é tão poderoso que une o Deus Santo ao homem pecador, restaura o relacionamento do homem pecador com o Senhor Todo Poderoso, relacionamento este que estava quebrado devido ao pecado, logo, o amor pode restaurar todas as coisas.
Depois de passar uma série de ensinamentos para a igreja, Paulo diz que, antes de tudo, em primeiro lugar, os irmãos deveriam observar, viver o amor.
O pastor Adriano começou ontem uma série de pregações sobre o amor, destacando a sua importância e ensinando que não devemos buscar outras coisas e esquecer o amor, tudo deve ser alicerçado no amor pois tudo é vão sem o amor, .
Se há o amor verdadeiro, há esperança, há jeito.
Se algum relacionamento em nossas vidas está deteriorado o caminho é este, amarmos.
O amor cobre todos os pecados. O amor edifica. O amor nunca falha. O amor é um mandamento de Deus para todos nós.
Se o amor operar de fato, tudo será restaurado, tudo será ligado, tudo será unido, perfeitamente.
Amém.
Aleluia.
Ana Cléa

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

DAVI

Davi recebeu do Senhor, ainda muito jovem, a declaração de que seria rei de Israel, sendo até ungido, nesta época, como tal.
Neste tempo Saul reinava, e Davi, mesmo já tendo sido designado pelo Senhor para ser rei, o serviu com submissão e dedicação, primeiro como músico e depois como soldado. Teve tanto sucesso como guerreiro que conquistou a honra de ser genro do rei.
Pode ser que Davi tenha imaginado, quando recebeu a promessa, que breve assumiria o trono, más isso não aconteceu. Davi trilhou um longo caminho até chegar lá.
Depois de servir fielmente a Saul começou a ser perseguido por ele. Perseguido das formas mais perigosas e covardes, por mais ou menos 14 anos!
Saul fez de tudo para tirar a vida de Davi más este manteve uma conduta correta diante do Senhor.
Muitas lições podem ser aprendidas com Davi, compartilho duas:
Primeira Lição: Mesmo sendo perseguido por Saul, depois de tê-lo servido fielmente, Davi jamais se levantou, quer por palavras ou ações, contra ele. Teve a oportunidade de tirar a vida de Saul por duas vezes más não o fez.
Ele sabia que se levantar contra uma autoridade estabelecida por Deus era errado. Ele tinha o entendimento de que, se Deus estabeleceu, Deus é que poderia destituir (I Samuel 26.9-11).
Mesmo após a morte de Saul, Davi permaneceu fiel, demonstrou que, ao final, não havia rancor, amargura ou raiva em seu coração. Após assumir o trono convocou todo o povo para lamentar a morte de Saul. Compôs uma canção para o povo de Judá cantar em honra a Saul e a seus filhos. Que exemplo!
Quantos tem se rebelado através de atitudes, de palavras, de sentimentos, de descaso, nestes últimos dias!
Davi agiu com misericórdia e honrou Saul até o fim. Sua postura não foi superficial, de aparência, más veio do coração. Embora Saul tivesse feito o que fez, Davi conseguiu agir com misericórdia para com ele e por isso foi considerado um homem segundo o coração de Deus.
É isso que o Senhor nos ensina e espera de nós.
Segunda Lição: Davi não estava ansioso em assumir o posto de rei. Ele sabia que se Deus o queria reinando nada nem ninguém poderia atrapalhar este propósito, por isso, esperou o tempo do Senhor. Ele não colocou a culpa em Saul por não poder assumir o trono logo que recebeu a promessa, não tentou tirar Saul do caminho, não deixou que seu coração se enchesse de raiva ou amargura. Ele creu que a hora em que o Senhor o quisesse no trono, lá ele estaria.
Precisamos encarar que muitos sonhos e planos que traçamos podem não se concretizar por não ser propósito do Senhor, apenas nosso. É duro, más é necessário encararmos isso, se não acabaremos frustrados, culpando aos outros, ou a nós mesmos pela não realização de muitos dos nossos planos.
Devemos colocar nossos intentos aos pés do Senhor para ver se é plano dEle também, e então, descansar. Se for do Senhor, no devido tempo, se concretizará, assim como foi com Davi. Não há Sauls que possam impedir a vontade de Deus em nossas vidas.
Por fim, em tudo que Davi passou, em todo o caminho até assumir o trono, Deus estava no controle. Não Saul, não as circunstâncias, não o diabo.
Davi estava sendo preparado e trabalhado pelo Senhor para assumir o trono.
Assim como Davi, esforcemo-nos por honrar nossos líderes; esforcemo-nos por agir com amor mesmo que sejamos tratados de forma contrária; esforcemo-nos por descansar, confiar e esperar no Senhor.
Oremos para compreender o trabalhar do Senhor, entendendo que muitas vezes pessoas e situações que nos aborrecem podem ser instrumentos usados por Ele para nos lapidar e moldar.
Ana Cléa

domingo, 19 de fevereiro de 2012

JOSÉ

José era um jovem que recebeu de Deus a promessa de que seria um grande governante. Ele não assumiu imediatamente esta posição, antes, foi preparado por Deus para assumi-la.

Ao invés de se tornar senhor, primeiro José se tornou um escravo, vendido por seus próprios irmãos.

Penso que ele deve ter ficado confuso. Em vez de uma posição honrada, de poder, primeiramente a escravidão, exatamente o oposto das promessas de Deus, más tudo isso teve um propósito, preparar o coração de José.

José serviu como escravo, no Egito, cerca de doze anos. Doze anos longe de sua família, sem esperança de voltar, sem esperança de liberdade. Más apesar de tudo isso José serviu com dedicação e honra.

Sempre medito nesta postura dos servos do Senhor. Mesmo quando eram levados escravos e tinham de servir a reis e senhores pagãos e cruéis, o faziam com honra e fidelidade, independentemente das atitudes de seu senhor! E Deus os abençoava.

Creio que esta é uma grande lição para nós.

Por servir com dedicação, José conquistou o coração de seu senhor Potifar, assumindo a administração de seus bens e de sua casa, passando a gozar de uma excelente posição. Neste momento, algo acontece. José é acusado de traição pela mulher de Potifar e é jogado na prisão.

Da tranquilidade da casa de Potifar a prisão, por mais ou menos dois anos.

Provavelmente mais uma vez José ficou confuso. Com certeza ele teve dúvidas, com certeza o desânimo o rondou, com certeza o desespero o tentou más ele conseguiu permanecer reto diante do Senhor, vivendo cada situação sem rebeldia.

Esse foi um período onde o Senhor trabalhou e moldou o caráter de José. Ao final, sendo já o primeiro homem em poder, depois de faraó, sobre o Egito, ele declara a seus irmãos que o traíram:“Deus me enviou adiante de vós para conservar vossa sucessão na terra e para vos preservar a vida por um grande livramento. Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus” (Gn. 45.5-8).

Quem enviou José? Seus irmãos, o diabo ou Deus?

Muitos caem na armadilha de pensar:

“ Se não fosse pela minha mulher, minha vida seria diferente”.

“Se o pastor não tivesse reprimido meu dom, eu estaria cumprindo meu ministério”.

Não culpemos os outros, olhemos para dentro de nós mesmos e busquemos ao Senhor para entender o seu trabalhar em nossas vidas e aprender o que precisamos aprender.

Absolutamente nenhum homem, mulher, criança, líder ou demônio pode jamais tirar você da vontade de Deus! Ninguém a não ser Deus tem o seu destino nas mãos. Se você tomar posse desta verdade, ela o libertará.

Somente o Senhor tem o controle. Permaneça submisso a Deus; resista ao diabo e ele fugirá de você. Fique firme, pois com certeza as promessas do Senhor se concretizarão em sua vida.

José poderia ter sucumbido a tentação da amargura, mas permaneceu firme no Senhor e então foi sendo moldado por Deus e aprendeu que a autoridade nos é dada para servir. Então, após tudo isso, desfrutou de todas as bênçãos que o Senhor lhe havia prometido.

Para José houve um processo.

Para nós também existe um processo.

Que tudo possa nos levar para mais perto do nosso Senhor.

Ana Cléa

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

AS OFERTAS

Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala. (Hb.11.4).
Lendo o livro de Hebreus, já no capítulo 11, do qual tenho ouvido pregações abençoadas nos últimos cultos através do pastor Adriano, pensei muito sobre versículo acima.
Após lê-lo fiquei pensando na frase que diz: “tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas”. Nossas ofertas podem ter ou não a aprovação de Deus, mesmo sendo ofertas!
Podemos pensar que tudo o que fazemos para Deus é bom, é justificável, é aceito por Ele, más conforme o texto, não é bem assim!
Abel recebeu a aprovação do Senhor, Caim não. Embora Caim tenha ofertado coisas boas ele não o fez conforme a direção e vontade de Deus.
Olha só, Jesus falou que quando fôssemos levar nossa oferta para o Senhor no altar, e então lembrássemos que algum irmão tinha motivo de queixa a nosso respeito, deveríamos ir e nos consertar com este irmão, e só então depositar nossa oferta no altar! E por quê? Porque com certeza o Senhor não receberia nossa oferta antes de haver a perfeita restauração do relacionamento entre nós e o irmão!
Que sério não é!
Se não buscarmos a restauração do relacionamento não receberemos a aprovação do Senhor quanto a nossa oferta.
Este é só um exemplo. Vejamos outro.
Davi resolveu construir um templo para o Senhor. Ele planejou exatamente como faria. Tudo do melhor, tudo lindo. Sua intenção era nobre, nada seria para o seu próprio proveito, más para Deus. Ele, como rei, ainda não tinha sua casa, seu palácio, más iria construir o templo do Senhor. O Senhor então pergunta a Davi: “Por acaso te pedi Eu para que construísses um templo para mim? Esse templo será construído, más não será agora e nem através de suas mãos”.
Deus não estava esnobando Davi, o que Davi queria fazer não era algo errado, pelo contrário, era algo bom, más mesmo assim não deveria ser feito, pois não era o momento.
Meditando em tudo isso podemos concluir que, mesmo sendo nossas ofertas boas aos nossos olhos, e isso vale para qualquer empreendimento que intentemos fazer no reino de Deus, precisamos saber se é o momento, se estamos fazendo da forma como a Palavra de Deus instrui, pois no para o Senhor os fins não justificam os meios e precisamos sondar nosso coração para ver se ele está livre das motivações e sentimentos errados.
Acima de nossas práticas, de nossas ideias e de nossa vontade está o Senhor. Tudo deve ser confrontado a luz de sua vontade e de sua Palavra.
Qualquer oferta, bem como qualquer serviço dedicado ao Senhor, deve ser oferecido com temor e amor. O amor será a motivação que agradará a Deus e o temor fará com que tenhamos o cuidado de buscar a aprovação d’Ele quanto a tudo o que formos fazer.
Que o Espírito Santo ajude-nos a ofertar ao Senhor de forma a recebermos sua aprovação.
Amém
Ana Cléa

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

QUE LINDOOOOOO!

Este final de semana fomos a praia.

Que delícia! As crianças amaram.

Não há como ver o mar e não lembrar do Senhor!
Como Deus é tremendo! Como sua criação é maravilhosa, assombrosamente linda e perfeita! Por isso a Palavra do nosso Deus declara:


Salmo 95.5: "Seu é o mar, Ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca".


Romanos 1.20: "Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas".
Compartilho aqui este momento.






























De fato não há, apenas com nossa limitada capacidade humana, compreender a totalidade da grandeza, do poder, da inteligência, da misericórdia, da graça e do amor do nosso Deus.

Simplesmente ficamos de "boca aberta" diante dEle e de suas coisas.

Louvado seja sempre o teu Santo Nome Senhor, pois todas as coisas Tu criastes, sim por causa da tua vontade, vieram a existir.

Aleluia!

Ana Cléa

A INCREDULIDADE

Hebreus 3.7-9 e 12: “Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvires a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto, onde os vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, e viram as minhas obras por quarenta anos. Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus Vivo”.

Após mais ou menos uns 40 dias de caminhada desde que deixaram o Egito, o povo de Israel chegou próximo a terra que Deus lhes havia prometido.
Moisés então, envia 12 homens para espiar e sondar como era a terra que teriam de tomar posse.
A terra era excelente, como Deus havia dito, mas as cidades que ali haviam eram muito bem protegidas e seus habitantes muito fortes e preparados para a guerra.
Ali estava Israel, entre o que o Senhor lhes prometera e o que seus olhos viam.
De um lado a Palavra do Senhor e de outro a realidade visível da derrota.
Dos doze homens enviados, dois deram parecer de fé ao povo dizendo: “Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” e “A terra é muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nesta terra e no-la dará. O Senhor é conosco; não os temais”; más os outros dez: “Não podemos subir contra aquele povo, porque é mais forte que nós”.
Infelizmente o povo deu ouvidos aos dez homens que disseram que era impossível possuírem aquela terra, pois se tentassem seriam destruídos. O resultado então é que o povo começou a murmurar contra Moisés e contra o Senhor, acusando o Senhor de tê-los tirado do Egito para serem mortos no deserto e para que seus filhos e mulheres fossem por presa aos outros povos. Desejaram ter morrido no Egito ao invés de estarem ali, onde estavam. Mesmo já tendo visto maravilhas do Senhor.
Diante de toda essa murmuração, Josué e Calebe, os dois espias, ainda tentaram convencer o povo a confiar no Senhor mas foi em vão.
Toda essa situação gerou a indignação do Senhor contra eles.

Com toda essa atitude eles provocaram ao Deus Vivo. Haviam visto as maravilhas do Senhor no Egito, no Mar Vermelho e no deserto e agora acusavam o Senhor de tê-los trazido ali para perecerem.
Eles levaram 40 dias do Egito, de onde saíram, até ali na terra de Canaã.
Levaram também 40 dias observando a terra.
Como castigo pela incredulidade, foram condenados a peregrinar 40 anos naquele deserto para só então retornarem ali, novamente naquele ponto, naquele lugar, e então possuir a terra que o Senhor havia lhes dado.
Fico pensando: “Meu Deus! Eles poderiam ter entrado em Canaã naquele momento!

Não precisavam ter ficado 40 anos zanzando para lá e para cá, para só então retornar e fazer o que deveriam ter feito!
Conforme o texto acima, tudo isso aconteceu por causa da incredulidade.
Paulo nos exorta a tomar cuidado, a ver esta triste experiência como advertência e exemplo e cuidar para que nosso coração não se torne incrédulo.
A dificuldade de Israel continua sendo a dificuldade de todos nós.
O desafio para nós é o mesmo!

Olhar para o Senhor, se agarrar as suas Palavras e suas promessas, ou sucumbir diante das circunstâncias, diante do natural, diante do real, diante do que os nossos olhos vêem.
Se conseguirmos fechar os olhos para a realidade natural e olhar somente para o Senhor, nos agarrarmos nEle, então, saltaremos muralhas, desbarataremos exércitos, teremos tudo aquilo que o Senhor disse que é nosso.

Se seguirmos após o que a realidade natural nos mostra, se seguirmos após o que os nossos olhos vêem, entristeceremos ao Senhor com um coração incrédulo e deixaremos de possuir tudo aquilo que pela fé, seria nosso.

Não nos esqueçamos de tudo o que o Senhor já fez por causa de uma batalha que se coloca a nossa frente.
Oro, de todo o coração, para que o nosso Senhor Jesus ilumine nosso entendimento, ilumine nossa fé, ilumine nossa visão espiritual, e nos ajude na nossa pequena fé.
Oremos ao nosso Amado Pai neste sentido, por nós mesmos e uns pelos outros.
Amém.
A experiência compartilhada aqui se encontra no livro de Números, capítulos 13 e 14, e em Deuteronômio capítulo 1. 19-46, vale a pena conferir.
Ana Cléa

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O OURO

Compartilho um trecho do livro que estou lendo, ele nos faz pensar.
O ouro refinado é flexível, isento de corrosão ou de outras substâncias.
Somente quando o ouro é misturado a outros metais como cobre, níquel e por aí vai, é que ele se torna duro. Quanto maior a percentagem de metais estranhos, mais duro o ouro se torna.
Inversamente, quanto menor a percentagem metais estranhos, mais macio e mais flexível ele é.
Um coração puro é como o ouro puro – macio, suave e flexível.
Para refinar o ouro é preciso tritura-lo, misturá-lo a um solvente e submetê-lo a altas temperaturas. Neste processo as impurezas subirão para a superfície e o ouro, que é mais pesado, ficará no fundo, então, a sujeira e as impurezas são removidas, produzindo um metal mais puro.
A Palavra do Senhor nos diz:
Eis que te acrisolei, mas disso não resultou prata; provei-te na fornalha da aflição. Isaías 48.10.
Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo. I Pedro 1.6-7.
Podemos ser refinados com aflições, provações e tribulações.
Como não é nada agradável para nós pensarmos nisso!
As provações são o calor que separa as impurezas da nossa vida, como a falta de perdão, as disputas, a amargura e tantas outras. Sob o calor das provações as impurezas sobem a tona.
Você não pode ver as impurezas do ouro antes dele ser colocado no fogo, mas isso não significa que elas não estejam ali.
Quando o fogo das provações nos atingem, as impurezas que existem em nós vem à tona, são manifestas para nós mesmos.
Antes, para nós, elas estavam escondidas, desapercebidas, embora sempre estivessem visíveis aos olhos do nosso Deus.
É bem possível que em nossa caminhada cristã seremos provados pelo Senhor. É possível que também precisemos ser, por Ele, disciplinados. Que o nosso querido Mestre ajude a cada um de nós a passarmos por estes momentos sem nos afastarmos dEle e sim nos achegarmos mais e mais.
Nos momentos de aflições ficamos mais frágeis e precisamos então, ficar mais atentos. O inimigo das nossas almas pode aproveitar estes momentos para investir contra nós com suas tentações.
Com Jesus no deserto foi assim. Ele esperou o momento em que Jesus estava fisicamente mais frágil para investir contra Ele com suas tentações.
Em nossos momentos de fraqueza e fragilidade, ele pode lançar suas setas de pensamentos e sentimentos ruins, por isso nos apeguemos com todas as forças em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Ele é o nosso Sumo Sacerdote, aquele que conhece as nossas fraquezas, aquele que nos ama e por isso pode, perfeitamente, compadecer-se das nossas fraquezas e nos socorrer nos momentos oportunos.
Graças ao nosso Deus por Jesus.
Ana Cléa

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

MURMURAÇÃO

Na semana que passou fui a Concórdia com minha cunhada Sara e com minha irmã Lígia. Enquanto fazíamos um lanche comentei com elas, num tom de preguiça, que ainda teríamos de ir trocar um tênis que havíamos dado de presente para a mamãe e que ela não havia gostado, detalhe, pela terceira vez!

Quando chegamos ao carro, percebi que havia deixado os faróis ligados e que a bateria havia descarregado.

Que coisa mais incomoda de acontecer!

A Sara conseguiu o endereço de uma mecânica e fomos todas para lá, acompanhadas dos nossos pimpolhos Daniel e Davi.

Um calor! Era quase meio dia.

No caminho, a Lígia brincou: “É Ana, Deus não gostou de ficarmos falando de ter de trocar o tênis da dona Lídia e por isso nos demos mal”. E todas: “hahahahahah”. Então respondi: “É verdade, neste tempo já teríamos trocado o tênis e já estaríamos indo para casa, agora estamos aqui, caminhando neste sol”!

Enquanto falávamos e ríamos começamos a pensar em como muitas vezes reclamamos por qualquer coisa. Achamos difícil, chato ter de fazer determinada coisa, quando não estamos com vontade ou não estava nos nossos planos, por mais simples que seja e então, algumas vezes, temos que enfrentar algo mais difícil para aprender a não reclamar.

Com o povo de Deus no deserto aconteceu algo parecido. Enquanto caminhavam algumas dificuldades foram surgindo pelo caminho, as quais, com boa vontade e fé no Senhor, facilmente seriam superadas, más ao invés desta disposição de espírito o povo começou a reclamar, a achar muito difícil, pesado, então, o Senhor foi permitindo situações mais e mais difíceis para que eles pudessem aprender a agir diferente, com boa vontade e gratidão.

Nossa tendência, como bem disse a Sara naquele dia, é reclamar e achar difícil qualquer situação que não seja para nós motivo de euforia e satisfação, ou que exija que saiamos do nosso comodismo, então reclamamos, então achamos difícil, então murmuramos ao invés de por a mão na massa e agradecer a Deus pelo monte de bênçãos que Ele tem derramado sobre nossas vidas. Reclamamos de ter que levantar cedo para trabalhar por estar cansado ao invés de agradecer ao Senhor por ter um trabalho, por ter o sustento.

Que o Senhor nos ajude a agir diferente, nas mínimas coisas, para não precisarmos ser disciplinados.

Que possamos fazer tudo diligentemente, sem murmuração, sem má vontade, mas dando sempre graças a Deus.

Amém.

Ana Cléa

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PASSANDO PELO TESTE

Compartilho nesta postagem uma reflexão profunda e desafiadora escrita por Stormie Omartian, na Bíblia da Mulher que Ora.

PASSANDO PELO TESTE
Você se lembra de quando tinha de estudar, na escola, cada vez que precisava fazer uma prova? Essa prova permitiria que o professor determinasse seu conhecimento e, portanto, a nota que receberia. Quanto mais você sabia, melhor era a nota.
As provas de Deus não são como as da escola. Em primeiro lugar, ele já tem a medida do nosso conhecimento. O teste não é para Deus, mas para nós. O teste nos ajuda a ver claramente do que somos feitos; nos ensina sobre nós e sobre Deus. O teste em si é parte de nosso processo de aprendizado.
Nossa atitude durante o processo influenciará os resultados: poderemos ser refinados como o ouro ou nos tornar frios e duros como o aço. O que conta não é necessariamente o volume de conhecimento, mas o que fazemos com ele. É como aceitamos o teste.
Nessa prova, Deus não nos concede nota. Ou passamos ou teremos de repeti-la até fazer tudo certo. Temos duas escolhas com relação aos testes de Deus. Podemos resistir a Deus, ter uma atitude negativa e fugir. Ou podemos aceitar a Deus e acolher alegremente a mão que aperfeiçoa nossa vida. Nossa reação determinará o resultado.
As épocas mais tristes em minha vida como crente foram aquelas em que agora vejo como períodos de testes. Elas aconteceram pouco antes do avanço mais significativo da luz de Deus. A boa notícia é que quanto mais desafiadora a prova, mais monumental a recompensa que nos aguarda do outro lado, se reagirmos a ela da maneira certa. Em geral temos de enfrentar a prova mais difícil pouco antes do momento em que a maior obra de Deus em nossa vida está prestes a se realizar.
A história bíblica de Jó é importante porque a magnitude de seu sofrimento no período de prova é inconcebível. Não poderia haver um cenário mais trágico. Ele perdeu tudo incluindo os filhos e a saúde. Embora sofresse tal agonia, jamais duvidou de Deus ou voltou-se contra ele. A recompensa por sua fidelidade foi esta: “E, assim, abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o primeiro” (Jó 42:12).
Sei que a maioria de nós preferiria não ser tão abençoada nos últimos dias e deixar de lado toda provação. Não temos, porém, essa escolha. Deus é quem decide a hora, o lugar e o conteúdo da prova. Não importa o que ela requeira; o que Deus deseja é que, nesse processo, mantenhamos inabalável nossa fé, como Jó.
Não tema as provações que Deus permite em sua vida. Esse período não tem de ser amargo. Pense nele como uma purificação que revelará qualquer coisa errada em sua vida e onde são necessárias mudanças. A única maneira de Deus guiá-lo a locais onde nunca esteve é chamá-lo para um novo lugar em sua vida que exija mais pureza de coração, mais fé e mais obediência que nunca. Peça-lhe que o ajude a passar por qualquer prova necessária, a fim de receber tudo o que ele tem guardado para você.

Que esta reflexão possa falar a seu coração.

Que nosso querido Deus possa ajudar-nos a passar por todas as etapas de nossas vidas, sempre firmes, até o fim, n’Ele.
Em nome de Jesus.
Amém.
Ana Cléa