Rádio Louvação

quarta-feira, 3 de abril de 2013

SENDO APOIO EM TODO TEMPO


Vendo, pois, o sogro de Moisés tudo o que ele fazia ao povo, perguntou: Que é isto que tu fazes ao povo? Por que te assentas só, permanecendo todo o povo junto de ti desde a manhã até à tarde?
Respondeu Moisés a seu sogro: É por que o povo vem a mim para consultar a Deus.
Quando eles têm alguma questão, vêm a mim; e eu julgo entre um e outro e lhes declaro os estatutos de Deus e as suas leis.
O sogro de Moisés, porém, lhe replicou: Não é bom o que fazes.
certamente desfalecerás, assim tu, como este povo que está contigo; porque isto te é pesado demais; tu só não o podes fazer.
Procurarás dentre todo o povo homens de capacidade, tementes a Deus, homens verazes, que aborreçam a avareza, e os porás sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinqüenta e chefes de dez;
e julguem eles o povo em todo o tempo. Que a ti tragam toda causa grave, mas toda causa pequena eles mesmos a julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo.
Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir; assim também todo este povo irá em paz para o seu lugar.
E Moisés deu ouvidos à voz de seu sogro, e fez tudo quanto este lhe dissera. 
Êxodo 18:13-24
                                                                                                     
Que princípio tremendo da Palavra do nosso Deus e que sábia instrução dada a Moisés por seu sogro!
Moisés foi estabelecido por Deus para ser o líder do povo de Israel. Conforme o povo aumentava e se fortalecia, o trabalho ia ficando cada vez maior e Moisés ia tentando, sozinho, suprir as necessidades do povo e realizar todo o trabalho, más quando seu sogro se depara com esta situação, inspirado pelo Senhor, diz a Moisés que ele não conseguiria desempenhar todo o trabalho sozinho e que deveria escolher pessoas capacitadas, responsáveis, que temessem de fato ao Senhor e as estabelecesse como líderes diante do povo, assim elas o ajudariam a levar a carga, a desempenhar o trabalho.
O Novo Testamento confirma este princípio. Os apóstolos também, em determinado momento, tiveram que levantar pessoas para desempenhar tarefas secundárias e importantes na igreja primitiva para assim poderem se focar em seu ministério e o trabalho seguir em frente.
Essa é uma realidade que se aplica aos dias de hoje. Nossos pastores também precisam de pessoas a quem possam delegar parte do trabalho para não serem sobrecarregados e acabarem esmorecendo, e também para que a obra de Deus possa seguir em frente.
Que o nosso Senhor levante, dia após dia, pessoas que possam ser alicerces e apoio ao lado de seus pastores; que nos ajude também, a sermos dedicados e prontos a servir, fazendo o que estiver ao nosso alcance para contribuir e apoiar nossos pastores na tarefa confiada a eles, por Deus.
Ana Cléa

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

RELACIONAMENTOS


E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló; e os cananeus e os perizeus habitavam então na terra. E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos. Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; e se escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, eu irei para a esquerda. E levantou Ló os seus olhos, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do SENHOR ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do SENHOR, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar. Então Ló escolheu para si toda a campina do Jordão, e partiu Ló para o oriente, e apartaram-se um do outro. Habitou Abrão na terra de Canaã e Ló habitou nas cidades da campina, e armou as suas tendas até Sodoma. Gênesis 13:7-12.

Abraão e Ló, mesmo sendo parentes e íntimos, estavam enfrentando sérios problemas de relacionamento. Através da postura de Abraão aprendemos algumas atitudes a serem tomadas para promover a paz em situações onde a comunhão e a unidade em nossos relacionamentos esta ameaçada.

PRIMEIRO
Abraão desejou e buscou a paz antes de tudo. Por desejar verdadeiramente a paz com Ló, Abraão abriu mão de seus direitos e o deixou escolher a melhor parte. Aí está o primeiro segredo, estamos verdadeiramente dispostos a abrir mão dos nossos direitos em favor da comunhão? Abraão esteve e foi abençoado por isso.
Quando nossos relacionamentos correm risco, precisamos desejar e buscar a paz acima de tudo, ainda que tenhamos que abrir mão dos nossos direitos. Se fizermos isto, com certeza o Senhor nos abençoará.

SEGUNDO
“O coração do problema é o problema do coração”, ou seja, o problema normalmente nunca é a questão em si e sim algo lá no profundo do coração que precisa ser resolvido, curado ou transformado.
Quando estamos em alguma contenda em nossos relacionamentos precisamos buscar sinceramente no Senhor se não existem sentimentos e desejos obscuros em nossos corações que estão verdadeiramente promovendo e fomentando a contenda ao invés de acabar com ela.

TERCEIRO
Deus permite provas. Muitas vezes Deus permite certas situações para provar nosso coração. Vamos ou não agir conforme sua Palavra, satisfaremos a concupiscência da carne ou manifestaremos o fruto do Espírito?

QUARTO
Os povos em volta estavam vendo o que acontecia entre Abraão e Ló.
Toda vez que um cristão entra em contenda com seu irmão ele envergonha o Nome do Senhor na terra. Toda vez que abrimos mão dos nossos direitos em favor da unidade nós exaltamos o Nome do Senhor na terra e se cumpre o que foi dito por Jesus: “e assim todos saberão que vocês são meus discípulos, se tiverem amor uns pelos outros”; ... sejam um, para que o mundo creia...”.

A matemática do Senhor é diferente da nossa, Abraão aparentemente saiu perdendo más creu que se fizesse o que era certo Deus o abençoaria. A partir dali Abraão foi grandemente abençoado enquanto que Ló sofreu sérias consequências.
Toda vez que abrimos mão dos nossos direitos para por em prática aquilo que o Senhor nos instrui podemos ter a certeza de que nunca sairemos perdendo.
Na visão divina os relacionamentos e a unidade sempre valem mais do que nossos direitos.
Se não somos capazes de abrir mão de nossos direitos e interesses em favor do outro para que haja paz em nossa volta, é porque não estamos compreendendo profunda e verdadeiramente o que Jesus fez por nós.

Resumo da pregação feita pelo pastor Paschoal Piragine Jr. em 03 de fevereiro de 2013.
Ana Cléa

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

DO ÍNTIMO!



Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmã contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.
Após dar esta resposta a Pedro, Jesus conta esta parábola:
Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis cobrar as dívidas dos seus servos;
E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Então o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.
Jesus termina dando a resposta final a Pedro:
Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do íntimo, de coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas
. Mateus 18.21-35.
Jesus não coloca panos quentes, quando Ele alerta sobre o que acontecerá se não perdoarmos nosso irmão as suas ofensas, Ele está dizendo que na caminhada, de alguma forma, seremos ofendidos e devemos estar preparados para perdoar, assim como Deus fez e faz para conosco!
Ao ler isso fiquei imaginando as vezes em que vamos aos pés do Senhor chorar nossas mágoas e reclamar das ofensas que recebemos; fiquei imaginando o Senhor dizendo:” meu filho, eu já disse que estas coisas aconteceriam e já disse como você deve agir!”
Deus nos perdoou uma dívida que jamais poderíamos pagar!
Qualquer coisa que nosso próximo possa nos dever nunca será maior do que a dívida que tínhamos para com Deus e que nos foi perdoada. Portanto, se Deus nos perdoou, não teremos desculpas perante Ele se não perdoarmos nosso próximo.
O Senhor não reclama um perdão da boca para fora, apenas de aparências más sim do íntimo! Um perdão que não deixa ressentimentos ou mágoas.
Se assim não o fizermos, seremos entregues aos atormentadores.
O que são estes atormentadores?
Penso que podem ser muitas situações, até mesmo na esfera espiritual, más sinceramente não quero jamais descobrir!
Que o Senhor nos ajude, a cada dia, a lembrarmos deste alerta e, na força do Senhor, buscando capacitação nEle, do íntimo, perdoarmos nosso semelhante.
Sei que isso só é possível pela força e ajuda do Senhor.
Oremos para que a cada dia Ele nos ajude.
video

 Ana Cléa

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O AMOR SEJA SEM HIPOCRISIA



Ao ver esta ilustração compartilhada por uma irmã fui verificar mais a fundo o significado da palavra hipocrisia. 
Ela vem do grego hupokrisía que tem a idéia de desempenhar um papel, significa fingimento tanto nas opiniões quanto nas atitudes.
Como exorta o versículo biblico, Deus não quer que isso aconteça, o Senhor não quer que demonstremos algo no exterior que não retrate a realidade do interior!
Por que Jesus chamou algumas vezes os fariseus de hipócritas? Porque na maioria das vezes eles se preocupavam em demonstrar uma aparência exterior de santidade que não refletia a realidade em seus corações.
Se tivermos algum problema com quem quer que seja, a ponto de estocarmos ressentimentos em nosso interior, precisamos buscar coragem e sabedoria no Senhor para tratarmos a questão diretamente com a pessoa, de modo que nossos corações sejam limpos e liberados para prosseguirmos caminhando em comunhão como é a vontade do Senhor e não acabarmos fazendo parte do lamentável proceder que retrata o desenho acima.
Somente aos pés do Senhor somos capacitados e fortalecidos.
Ana Cléa

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

DEVEMOS CUIDAR DO VENENO, NÃO DA COBRA!


Hoje li um texto que achei muito sábio, o qual dizia:

Ás vezes ficamos tão preocupados em matar a cobra que nos picou, que esquecemos de tratar o veneno que está correndo em nossas veias. Cuide bem de você, trate o veneno, libere o PERDÃO e cure sua alma!

Ao ler este texto logo lembrei da Palavra do nosso Deus que diz:
Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Ou, conforme a Nova Versão Internacional: Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida.”

É isso. 
É do que há em nosso coração que daremos conta diante de Deus e não do que há no coração dos outros!
Não poderemos usar como desculpa, quando estivermos diante do Senhor, o argumento: “Senhor, meu coração está manchado aqui porque o fulano, naquele dia, fez isso aqui!” No Reino do nosso Senhor isso não funciona!
Em toda e qualquer situação, inclusive naqueles em que somos ofendidos, antes de tudo, devemos preocupar-nos em sarar e estar com nosso coração reto diante do Senhor. 
Se assim não fizermos corremos o risco de andar conforme a ilustração do texto acima, somos picados e ao invés de buscar a cura para o veneno perdemos tempo pensando na cobra, más não esqueça, se não tratamos do veneno, morremos.
Se não tratarmos os venenos que muitas vezes entram em nossos corações, com o PERDÂO VERDADEIRO, corremos o risco de irmos morrendo espiritualmente, pouco a pouco.
Que o Espírito Santo do nosso Mestre ajude-nos a lembrar, a cada dia, a guardar e cuidar do nosso coração.
Amém.
Ana Cléa

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Cobertura Espiritual, Mentor e Discipulador

Hoje a tarde revendo alguns boletins, encontrei um onde havia uma mensagem  orientativa quanto a cobertura espiritual, mentoria e discipulado; escrita pelo Bispo João Carlos - Igreja Metodista - 6ª região (Paraná e Santa Catarina). No qual ele orienta as igrejas Metodistas quanto a conceitos frequentemente usados tanto no meio metodista como no meio evangélico brasileiro em geral.
Entendo que vale a pena compartilhar.


"Cobertura Espiritual: Aquela pessoa a quem eu presto contas. Pessoa que está em posição de autoridade sobre a minha vida.
Está pessoa tem a responsabilidade de orar por mim, me cobrir espiritualmente, daí o nome de “cobertura espiritual”.

Mentor/a: É a pessoa que me ajuda a ser melhor em áreas específicas; incendeia minha paixão em algumas áreas. A idéia envolvida aqui é a do “coach” (treinador). A mentoria não pressupõe necessariamente um relacionamento pessoal. Pode acontecer através de livros, CDs, etc.
Na vida secular o mentor seria o/a professor/a, aquele/a que auxilia o pai e a mãe na educação do/a filho/a.
Podemos ter vários/as mentores/as ao longo da vida, assim como tivemos muitos/as professores/as.

Discipulador/a: É o/a que caminha comigo num relacionamento pessoal e comprometido/a me ajudando a crescer espiritualmente (ter o caráter tratado), me aproximar de Jesus (vida de santidade e consagração) e ser frutífero/a.
O discipulado pressupõe um relacionamento de compromisso visando o crescimento do/a discípulo/a.
O/a discipulador/a seria o pai ou a mãe espiritual ou aquele/a que ficou nessa condição pelo respeito e carinho que se tem pela pessoa, por isso acaba sendo alguém a quem também presto contas sobre meu desenvolvimento espiritual.

Essas três funções podem ser exercidas pela mesma pessoa em nossa vida, mas não obrigatoriamente. Posso estar debaixo da cobertura espiritual de uma pessoa, ser mentoreado/a por várias outras e discipulado/a por uma terceira."

Glória a Deus.

Ivan Aralde


terça-feira, 6 de novembro de 2012

A ESSÊNCIA


Podemos louvar ao Senhor acompanhados por uma orquestra, acompanhados por uma banda com 10 instrumentos, acompanhados por apenas 1 instrumento ou ainda, somente com nossas vozes.
Podemos cantar para o Senhor com perfeição ou nem tanta perfeição assim.
Podemos louvar ao Senhor com palmas, fazendo barulho, dançando ou quietinhos.
Tudo é válido diante do Senhor desde que a essência, que é Cristo, seja o que está movendo, motivando e conduzindo todas as coisas.
Nossa performance pode impressionar as pessoas más não pode impressionar ao Deus Criador de todas as coisas, inclusive da música.
Aquele que recebe o perfeito louvor nos céus não se impressionará com nossos talentos e sim com o que está movendo nosso coração.
Se for amor, reverência, gratidão, certamente será recebido por Ele, do contrário, não.
A essência é o engrandecimento do nome do Senhor através de um coração verdadeiramente derramado, em amor e temor, em sua Presença.
O pastor Adriano tem ensinado que devemos procurar observar os princípios que o Senhor quer nos ensinar a observar, em todas as coisas.
É importante fazer e buscar o melhor, pois maldito é aquele que faz a obra do Senhor relaxadamente, más sem esquecer do princípio que deve conduzir todas as coisas, o engrandecimento de Cristo, pois sem Ele como alvo, tudo é vão.
Em tudo que fizermos, o Senhor quer o nosso coração.

Ana Cléa